domingo, 29 de abril de 2012

28.07.11 Andar pela cidade como guia e ser turista também. Vivi esses últimos dias como moradora-turista, fui descobrindo novamente os lugares. Vou te levar nos lugares das mensagens de texto que lhe mandei - eu falei, e assim foi. Encontrei bons amigos (que quebraram o maior galho p/mim), pessoas desconhecidas que se aproximavam para uma conversa fiada, a dança meio apertada entre uma orquestra e um balcão, as árvores enormes do jd. botânico, o vento na mureta da urca, a água de coco no pão de açúcar, a escada colorida na lapa, o bonde em cima dos arcos que fazia gelar a barriga de quem andava pela primeira vez, o riso de um Estoniano doido que veio para o Brasil dar susto nas pessoas, a sopa feita por amigas, a casa de uma pequena grande amiga... a chegada e a despedida! Tantas coisas... Agora estou sentada em uma cadeira, vendo gente chegar, gente ir embora, bagagens e a hora da espera. Espera pela partida, espera pela chegada. Tempo intenso. Despedida que faz sentir muito. Uma boas vindas que dura o tempo todo.

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